terça-feira, 5 de novembro de 2013

Acusada de pirâmide financeira, BBOM é liberada pela Justiça


Liminar suspende decisão anterior e permite que empresa volte a exercer suas atividades



A Embrasystem Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação Ltda. e a BBrasil Organizações e Métodos Ltda. -- ambas responsáveis pela marca BBOM -- poderão retomar suas atividades normalmente. Uma liminar expedida pelo Desembargador Federal Reynaldo Fonseca, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, suspende efeitos da decisão da Juíza da 4ª Vara Federal de Goiânia, que impedia a empresa de exercer suas atividades.
Ou seja, segundo o mais recente entendimento, a BBOM não pratica a fraude conhecida como pirâmide financeira, e sim marketing multinível legítimo. Com a decisão, a BBOM poderá voltar a efetuar vendas diretas e conceder bônus de vendas diretas aos seus divulgadores, além de ter liberado valor suficiente para o pagamento de seus compromissos, incluindo salários, impostos e fornecedores. Veja aqui a decisão na íntegra.
O caso
A BBOM teve suas atividades suspensas e os bens bloqueados em julho, depois que a 4ª Vara Federal de Goiânia acatou o pedido do Ministério Público Federal em ação cautelar preparatória. Tanto a empresa como os seus sócios permaneceram com os seus bens indisponíveis desde então. Na ocasião, a juíza entendeu que, pela documentação apresentada, havia "robustos indícios de que o modelo de negócios operado pela empresa BBOM se trata, na verdade, de uma ‘pirâmide financeira'". O MP chegou a pedir a condenação dos sócios e a dissolução da empresa.
Um Relatório da Polícia Federal reforçava a tese: desde março, foram constatadas movimentações financeiras "de valores incompatíveis com o patrimônio da empresa e com o histórico de sua movimentação em anos anteriores", informa a liminar. A empresa também é suspeita de manter contas em paraísos fiscais através da M-Cor Holding, fundada e administrada até 2012 por João Francisco de Paulo, dono da BBOM. 
Outro argumento utilizado é o de que o produto oferecido pela BBOM -- sistemas de rastreamento de veículos -- não seriam homologados pela Anatel, o que inviabilizaria sua comercialização. Por fim, a acusação sustentou que a declaração de indisponibilidade dos bens -- "sem a necessidade de prévia demonstração de efetiva dilapidação patrimonial" -- era necessária devido ao risco de quebra iminente da empresa, o que provocaria prejuízo imediato aos seus associados.

A defesa

A BBOM sustenta que os seus associados são, na verdade, fornecedores do produto, e não consumidores -- o que descaracteriza a acusação e tira do MPF a legitimidade para ajuizar ação civil pública. A Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (SEAE) apurou as atividades e alegou que o Ministério Público teria agido de forma precipitada ao "taxar de abusiva e ilegal a técnica de marketing empregada pela impetrante, antes mesmo de obter provas conclusivas a esse respeito". A Anatel, por sua vez, declarou ser desnecessária sua autorização para venda dos sistemas de rastreamento.
Quanto às movimentações financeiras, foi dito que a empresa conta com diversas fontes de receita, incluindo outra empresa ligada ao grupo, a Unepxmil, apontada como a segunda maior franqueadora do Brasil (atrás apenas d'O Boticário). Com isso, a sustentabilidade do negócio e a remuneração dos sócios e fornecedores estariam garantidas conforme prometido. Com as novas evidências, o TRF entendeu que houve cerceamento das garantias constitucionais da ampla defesa e da presunção de inocência.
Decide o desembargador:
"No tocante à decretação da indisponibilidade de ativos financeiros e de bens, creio que não se justifica a imposição da 'morte' de uma empresa, se existe alguma possibilidade de que ela continue suas atividades, em parte, ou mediante a prévia adequação de seus estatutos ou de sua atuação às exigências legais. A atividade empresarial gera riqueza e atinge não apenas o empresário, mas, também, todos os trabalhadores a seu serviço, sua clientela e seus fornecedores. Pode-se dizer até que, em alguma medida, o nível de confiança do mercado em negociações similares e típicas de uma determinada área da economia.
Por mais que a hiposuficiência do consumidor justifique uma série de medidas protetivas, não é menos verdade que a segurança que advém da continuidade da atividade empresarial é, também, fator de peso a influenciar o equilíbrio e crescimento da Economia.
Pontue-se, também, que não há, pelo menos até o momento, justificativa plausível para que a empresa seja impedida de pagar seus funcionários, os tributos, suas contas de água, luz, telefone, gastos com material, etc., assim como os fornecedores de rastreadores (objeto lícito da atividade econômica). Até porque o agravamento de tais dívidas com a incidência de juros de mora somente dilapidaria o montante que, caso venham a ser comprovadas as acusações do Ministério Público Federal, deverá ser devolvido aos associados."
A decisão será válida até o julgamento pela sexta turma do TRF 1ª Região.

Telexfree

Outra empresa que vem enfrentando uma briga séria na Justiça é a Ympactus Comercial Ltda., mais conhecida pelo nome fantasia de Telexfree. Os bens da empresa foram bloqueados no dia 19 junho, mas desde o início de outubro a justiça tem decidido em favor da companhia e contra o Ministério Público do Acre. Atualmente, a Telexfree não precisa provar que não pratica pirâmide financeira, cabendo à acusação apresentar provas que sustentem o argumento. No entanto, a maior parte dos bens continua bloqueada.
Apesar da decisão favorável à BBOM, o desembargador alerta que sua natureza "não pode ser comparada à técnica utilizada por empresa diversa (o sistema Telexfree)". Ainda assim, a decisão irá constar nos processos envolvendo a empresa que alega comercializar pacotes VoIP. Segundo Wilson Furtado Roberto, advogado da Ympactus, "a jurisprudência é favorável, tendo em vista que demonstra a legalidade das atividades das empresas de marketing multinível no Brasil".

domingo, 29 de setembro de 2013

Criatura bizarra assusta moradores de cidade na Venezuela



Venezuelano escutou barulho estranho no quintal de casa, e se deparou com o corpo da criatura sendo devoradora por abutres



A imagem de uma criatura bizarra supostamente encontrada na cidade de San Antonio de Los Altos, na Venezuela, se espalhou pela internet e provoca medo nos moradores da região. Em entrevista ao site Canal de Notícia, o venezuelano Ramón Morales disse que descobriu a criatura no dia 8 de setembro, quando ouviu um barulho no jardim de sua casa no bairro Los Castores.

Ao chegar no local, ele tomou um susto ao se deparar com um animal completamente diferente de tudo que ele já tinha visto, sendo devorado por um bando de abutres.

O venezuelano tirou uma foto e compartilhou a descoberta no Facebook. Apelidado por moradores da região como O Chupacabra de Los Castores, amostras do tecido da criatura foram colhidas para a realização de testes de DNA. Segundo o site do Estado de Minas, as autoridades locais acreditam que há possibilidade de o animal ser uma espécie de gambá em decomposição.

No entanto, as opiniões se dividem. Além destas teorias, algumas pessoas acreditam que a criatura poderia ser um ser extraterrestre. 

As informações são do Correio.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Funkeira processa Anitta por plágio


Desde quando se tornou famosa o nome da cantora Anitta não deixa de ser envolvido em situações delicadas. Desta vez, a cantora é acusada de plágio pela mãe da MC Brunninha, Jane Lopes de Andrade. Segundo ela, a parte inicial da melodia do 'Show das Poderosas' é igual à canção 'Corpo de Mola', música que ela escreveu e é interpretada por Brunninha.

De acordo a coluna Retratos da Vida, do jornal 'Extra', por esse motivo, Jane já notificou Anitta e a gravadora Warner extrajudicialmente. "Segundo a lei de direitos autorais, a utilização de obra musical, ou parte dela, depende de autorização prévia do autor. Minha cliente teve parte de sua obra apropriada por Anitta, que se intitula autora própria da canção. A letra não é igual, mas o arranjo é o mesmo", explicou o advogado Sydney Sanches


Sydney falou ainda que, caso elas não façam um acordo, a situação vai parar nos tribunais. Ainda segundo a publicação, o advogado pode tomar medidas judiciais para que a música deixe de ser utilizada e comercializada por Anitta.

Vale lembrar que, recentemente, a funkeira foi alvo da mídia por, supostamente, ganhar salário fixo no mês, por causa de um acordo que teria feito com a empresária Kamilla Fialho. A informação foi negada pela empresária, que chegou a dizer que Larissa (nome verdadeiro da cantora) é sócia majoritária de todos os negócios relacionados à Anitta e que poderia provar mostrando os contratos. As informações são do Correio.

Informações do Acorda Cidade!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Multiníveis garantem legalidade sobre investigação do MP do RN

Seis empresas de marketing multinível foram citadas pelo Ministério Público.
Integrantes e representantes das investigadas foram ouvidas pelo G1.


Citadas pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte como alvos de uma investigação sobre o modelo de marketing multinível no estado, as empresas Telexfree, BBom, NNex, Multiclick, Priples e Cidiz garantem a legalidade de seus negócios. A promotoria de Defesa do Consumidor informou nesta terça-feira (2) que abrirá inquérito civil para apurar se o funcionamento destas empresas se constitui em pirâmide financeira.

"Se provarmos que a empresa não tem sustentação com a venda de produtos ou serviços, começa a se caracterizar a pirâmide financeira. Caso não seja provado, o procedimento é arquivar o inquérito", explica o promotor Alexandre da Cunha Lima, que participa do inquérito civil junto com os promotores José Augusto Peres e Sérgio Sena, da Promotoria de Defesa do Consumidor.

O marketing multinível trabalha com a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendedores independentes que faturam em cima do percentual de vendas. Já a pirâmide financeira se caracteriza quando não há foco na venda de produtos ou serviços, e sim na adesão de novas pessoas para alimentar o sistema de pagamento. Este modelo se enquadra como crime contra a economia popular de acordo com a Lei 1521/51.
O G1 procurou todas as seis empresas e reproduz o que integrantes e representantes da Telexfree, BBom, NNex, Multiclick, Priples e Cidiz responderam sobre a investigação do Ministério Público. Confira os pronunciamentos das seis empresas:


BBom
Criada neste ano, a BBom faz seu recrutamento de pessoas associado à venda de rastreadores veiculares comercializados pela rede de franquias Unepxmil. Tanto a empresa de marketing multinível quanto a rede de franquias são braços do grupo Embrasystem, que segundo o site da empresa, trabalha com produtos de tecnologia há 17 anos.
Os rastreadores veiculares são adquiridos em regime de comodato por uma mensalidade de R$ 79,90. O contrato tem duração de 36 meses. "A ideia do produto é ter acesso a informações de desempenho do veículo e saber da localização do mesmo para fins de segurança", explica o diretor de marketing da BBom, Ednaldo Bispo.
Para o diretor de marketing da BBom, existe uma linha tênue entre o marketing multinível e a pirâmide financeira. "Quando se aproximam muito dessa linha, todos acabam sendo colocados no mesmo saco", afirma. Bispo explica que a principal preocupação da BBom é com o cliente final, aquele que adquire o rastreador veicular.

Cidiz
Sediada em Recife, a Cidiz informa que adotou o sistema de vendas diretas por modelo multinível para atuar no mercado de moda, onde comercializa peças de vestuário, calçados e acessórios. Para o sócio-diretor da empresa, Tiago Hurtado, é preciso diferenciar a Cidiz de empresas que geram rendimentos sem a venda de produtos. "Para o colaborador ganhar, ele tem de vender o produto e gerar resultado para a empresa. Isso comprova que o modelo de negócio é economicamente sustentável", ressalta.
Hurtado acrescenta que a Cidiz contratou uma assessoria jurídica antes de entrar em funcionamento e o modelo de negócio foi aprovado. De acordo com o sócio-diretor, a empresa também passou por um comitê de ética para integrar a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), formada por empresas como Herbalife e Natura, que também utilizam o marketing multinível para vender produtos.
Em relação ao inquérito que será aberto pelo MP, o sócio-diretor se diz tranquilo. "Nos colocamos à disposição e entendemos que é normal. Mas entendemos também que as pirâmides que estão surgindo e se intitulando como marketing multinível precisam ser separadas de uma empresa séria que entrou no bolo", conclui Hurtado.

Telexfree
Criada originalmente nos Estados Unidos, a Telexfree comercializa um sistema de telefonia pela internet, o VOIP (Voice Over Internet Protocol). A Telexfree no Brasil seria o nome-fantasia da empresa Ympactus Comercial LTDA, com sede em Vitória, no Espírito Santo, tendo iniciado suas atividades em março de 2012. As contas dos divulgadores de todo o país foram bloqueadas recentemente em decisão do Tribunal de Justiça do Acre.
O representante comercial Nestor Case, que é divulgador Telexfree, diz que não vê problema no fato de o MP investigar a empresa. "A Telexfree é 100% legal e cumpre com todas suas obrigações com seus divulgadores e clientes, e paga todos os seus impostos. Temos um produto, que é o serviço Voip, que não é um produto de fantasia. Caso seja solicitada alguma informação perante ao MP, com certeza o setor jurídico da Telexfree estará à disposição. A postura do MP do nosso estado de não apenas investigar a Telexfree como todas as outras mostra transparência e imparcialidade, e isso é bom para o MMN do Brasil".

Priples
Com sede na cidade de Recife, o Priples foi criado pelo empresário Henrique Maciel Carmo de Lima. O marketing multinível da empresa é associado à venda de espaços publicitários na internet.
"Trabalhamos com publicidade, vendendo os espaços para a divulgação de produtos. Temos o diferencial de controlar o horário em que os anúncios são publicados, possibilitando à empresas anunciantes atingirem o público alvo", diz o fotógrafo Ewerton Farias, considerado número 1 da empresa no Rio Grande do Norte.
No site oficial, a empresa lista vantagens para empresários que queiram se utilizar dos serviços da Priples e para desenvolvedores do marketing multinível. "Não estamos preocupados com a investigação. Se fosse assim teriam de investigar todas as mídias sociais e sites que possuem espaços publicitários", ressalta Ewerton Farias.

Multiclick
Localizada em Balneário Camboriú, no estado de Santa Catarina, a Multiclick se identifica no site oficial como uma empresa que atua no ramo publicitário. Sobre a investigação, o consultor Myelk Dias, que é investidor da empresa no RN, acredita na obrigação do Ministério Público e polícia em apurar possíveis fraudes.
"Tudo é um aprendizado, inclusive para as autoridades, que buscam regular as atividades oriundas do marketing multinível. Estamos lado a lado exercendo essa busca. Se eventualmente algo precisar de ajuste, assim o faremos", explica. Para Myelk, o mercado do marketing multinível precisa de regularização.
"Enquanto esse mercado não estiver devidamente regularizado, é até salutar que se apure tudo, para defesa de todos os cidadãos, movimento que apoiamos, e com certeza, ao final será demonstrado todo nosso rigor e lisura", explica.

NNEX
Em nota enviada ao G1, a NNEX se identifica como catálogo eletrônico de produtos e serviços. A empresa afirma que trabalha em duas vertentes: seleção de parceiros com produtos e serviços de interesse do público alvo da NNEX, e motivação do grupo de afiliados para consumo e revenda dos itens do catálogo.
O afiliado escolhe o produto com o qual irá trabalhar e adquire um pacote de serviços que internamente é controlado por cupons, adotados como moeda interna. De acordo com a empresa, além de serem trocados por produtos e serviços, os cupons "podem também, em conformidade com determinados critérios, se transformarem em valores financeiros, ao serem enviados ao 'Fundo de Participação Publicitária' da NNEX".

Através de cálculos que levam em conta percentual do faturamento, eficácia da atividade de mídia realizada e necessidade de investimento publicitário, é definido o valor a ser pago pelo cupom, variando de centavos até dezenas de reais.


domingo, 30 de junho de 2013

Jovem é assassinada no São Pedro de Humildes; mais seis pessoas foram baleadas



Segundo amigos da jovem assassinada, o principal suspeito do crime é um ex-namorado.


Os festejos do São Pedro na praça do distrito de Humildes, na madrugada deste domingo (30), terminaram com a morte de uma jovem e mais seis pessoas baleadas.

Tainá Cordeiro Servo, 17 anos, que morava da rua Veneza, no bairro Parque Getúlio Vargas, em Feira de Santana, foi alvejada com três tiros, um no pescoço, um na perna e outro na boca. Ela foi para o São Pedro de Humildes em uma van, locada por um grupo de amigos do mesmo bairro da vítima.

A jovem curtia as apresentações ao lado de uma pessoa ainda não identificada, quando momentos antes do show do cantor Pablo, por volta das 2h, um rapaz se aproximou da dupla e começou a atirar. Houve pânico, gritaria e algumas pessoas chegaram a desmaiar por conta dos disparos.


Segundo amigos da vítima, que presenciaram o fato, o principal suspeito do crime é um ex-namorado. A delegada plantonista da Delegacia de Homicídios de Feira de Santana (DH), Karine Alves, tanmbém acredita que o tiro tenha sido direcionado à jovem. Tainá foi levada para a policlínica de humildes, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O sepultamento do corpo vai ser no cemitério Jardim Celestial.

Violência

Outras pessoas que também estavam participando dos festejos de Humildes foram vítimas de tiros durante as apresentações e deram entrada nos hospitais de Feira de Santana.

Liliane Ranjeila Alves Queiroz, 20 anos, moradora de Ipuaçu, levou um tiro na barriga e Jadson da Silva de Jesus, 29 anos, morador do bairro tomba, foi alvejado na perna. Também foram baleados Aline Souza Regis, 23 anos, residente no bairro Rocinha e Rodrigo Gomes Sobrinho, 16 anos, outro morador da Rocinha. Os quatro foram encaminhados para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) em Feira de Santana.

Mais duas pessoas foram baleadas, porém não tiveram seus nomes divulgados pela polícia. Há a informação, somente, de que um adolescente, não identificado, foi socorrido para o Hospital Estadual da Criança (HEC), mas já foi liberado, e outra pessoa foi levada para o Hospital EMEC.

Segundo informações da prefeitura, aproximadamente 50 mil pessoas compareceram ao segundo dia da festa, que teve como atração principal da noite o cantor romântico de arrocha, Pablo.


As informações são do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.


sábado, 29 de junho de 2013

Adeptos ao Telexfree protestam na avenida Presidente Dutra

Mais de 150 pessoas participaram do protesto.



Centenas de adeptos ao Telexfree (Ympactus Comercial LTDA) realizaram uma carreata nas ruas do centro de Feira de Santana e em seguida paralisaram, como ato de protesto, a avenida Presidente Dutra, em frente a emissora da Tv Subaé afiliada à Rede Globo, na tarde deste sábado (29).

O objetivo do grupo era mostrar a sociedade que a empresa é auto-sustentável e contestar as denúncias feitas pela Justiça do Acre que a acusa de formação de pirâmide financeira.  Além disso, estão temendo prejuízos, pois segundo eles neste domingo (30/06), no Programa Fantástico será divulgada uma matéria denegrindo a imagem da empresa.

Acusação 

Segundo a Justiça do Acre, a Telexfree estaria ofendendo os princípios básicos do Código de Defesa do Consumidor, como o dever de transparência e boa-fé nas relações de consumo, além de veiculação de publicidade enganosa e abusiva.


Os adeptos a empresa negam a acusação de pirâmide e ressaltam que tratasse de um marketing de rede. Ouça a entrevista completa com Luan Marques, um dos divulgadores da empresa.
FONTE: Da Redação

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Definidas datas dos próximos protestos em Feira de Santana; confira





Uma reunião realizada na tarde e noite de ontem (26) definiu as datas dos próximos protestos em Feira de Santana e pauta de reivindicações do Movimento Vem Pra Rua FSA. De acordo com os organizadores, mais dois protestos estão confirmados. A reunião terminou ás 21h

O calendário de mobilização começou na manhã desta quinta-feira (27) na Câmara de Vereadores, com a finalidade de solicitar a volta da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Transporte. O pedido será feito durante a sessão especial sobre anemia falciforme.

Amanhã (28) será realizado o segundo protesto com concentração a partir das 10h na Praça do Gastão, de onde os participantes seguirão para o Ministério Público, passando pela Câmara de Vereadores e Prefeitura, finalizando o ato na avenida Presidente Dutra.

Na quarta-feira (3), será realizada mais uma reunião de avaliação do segundo ato e organização do terceiro protesto, que está marcado para o dia 4, quinta-feira. Os organizadores informam através do Facebook que o percurso será o mesmo. Logo após o ato haverá uma reunião para avaliar a possibilidade de um novo protesto no dia 5.

Na segunda-feira (8) os manifestantes participarão de uma aula pública sobre o transporte público, ministrada pelo GT de transportes da Universidade Estadual de Feira de Santana. O horário ainda não foi definido, mas segundo os organizadores, será na Praça do Fórum.

PAUTA

Em entrevista ao Acorda Cidade a estudante Ana Karen, que participou da reunião, informou que foram discutidas diversas pautas, especialmente ligadas ao transporte coletivo urbano. Segundo ela, a redução da tarifa é o principal item.

“ Colocamos como prioridade a redução imediata da tarifa, que pode ser cobrada em torno de R$ 1,90 de acordo com estudos feitos de um GT de Transportes da Uefs. Outros pontos são aumento da frota de ônibus, colocando como perspectiva também o passe livre e estatização do serviço de serviço público porque só assim teremos um transportes realmente público.

Também reivindicamos mais ciclovias e mais acessibilidade aos ônibus, reestruturação das linhas, bairro a bairro e meia-passagem expandida a todos os estudantes”, enumerou.

O movimento conta com o apoio dos sindicatos dos professores das redes estadual e municipal (APLB Feira) e dos professores da Universidade Estadual de Feira de Santana (Adufs).